quarta-feira, janeiro 17, 2007

Continuando a saga...




Um video de uma grande música, que a ter sido real teria sido a melhor banda de sempre... Sr. NaBiSsa tenha a bondade de criticar...

domingo, janeiro 14, 2007

Pedaços Finais...

...I'll decide...take the dive...
Take my time...not my life...
Wait for signs...believe in lies...
To get by...it's divine...whoa...
Oh, you know what it's like...
Turns the bow back, tows and...drops the line...
Puts his faith in love and tremor christ...
Tremor Christ PJ

quarta-feira, janeiro 10, 2007

Porra um video finalmente


Aderi finalmente ao video, nas próximas semanas vou pondo aqui alguns que marcaram a adolescência de todos, vai ser bom recordar as nossas tardes a ver MTV, bem, nossas não, vossas que eu nunca faria uma estupidez dessa. O primeiro, tal como eu que sou uma pessoa óbvia tinha de ser óbvio.

terça-feira, janeiro 09, 2007

God, what do you say?

Baixo, fundo, rasando, olhando por medo lá bem para o alto, pulando em baixo, pressionando em cima, querendo o meio, fico em espera baixa, rompendo suavemente em sonho de meio de tarde, ouvindo sem suspirar, batendo asas fixando a calma do outro lado...
Acabo voltando, permaneço em silêncio quebrado no tactear da procura ambigua do que tenho medo de encontrar, recupero a coragem e lá permaneço por mais meia hora de incerteza, de busca desconcertante, busco, procuro, quero, sei onde está, mas não encontro, forneço a mim próprio pistas existênciais mas não encontro, forço a busca em circulos e não encontro... existirá?
Olhando sem esperança o vácuo, obrigo-me a crer que sim, vendo em mim penso que não, o egoísmo que me alimenta dirá talvez... certezas? Apenas do que não sou, nunca do que serei... volto... confiante, viro, sigo em frente, procuro, remexo, mas não encontro...
Ontem voltei, olhei as paredes agora amarelas, uma ou outra telha quebrada, o chão repisado, os bancos sujos, luz... menos luz, mas ainda luz.... o mesmo frio, faz voltar a esperança de não a perder, as dúvidas que aqui deixei, o medo de as encontrar, faz bem ter medo... recupero os cheiros, os sabores, as memórias e as dúvidas, não encontro as respostas....
Tenho de sair sem medo de enfrentar o sol já baixo e tardio, sigo não sei bem para onde, caminho sem rumo como sempre, penso em ti, mas já não paro, continuo a continuar, já não paro tantas vezes ainda que tenha vontade, continuo a fumar, também não consigo parar...
Volto tarde a casa, não tenho vontade de ficar, mas fico, resignado ao avançar das horas, recupero o medo na coragem do infinito e avanço madrugada dentro agarrado na nuvem que me leva, corro para perto da luz artificial e deixo-me ficar aconchegado na solidão de mim próprio... até de manhã...

segunda-feira, novembro 27, 2006

And he who forgets... Will be destined to remember...

"Once divided...nothing left to subtract...
Some words when spoken...can't be taken back...
Walks on his own...with thoughts he can't help thinking...
Future's above...but in the past, he's slow and sinking...
Caught a bolt 'a lightnin'...cursed the day he let it go...
Nothingman...
Nothingman...
Isn't it something?
Nothingman...
She once believed...in every story he had to tell...
One day she stiffened...took the other side...
Empty stares...from each corner of a shared prison cell...
One just escapes...one's left inside the well...
And he who forgets...
will be destined to remember...
Nothingman...
Nothingman...
Isn't it something?
Nothingman...
Oh, she don't want him...
Oh, she won't feed him...
after he's flown away...
Oh, into the sun...
ah, into the sun...
Burn...burn...
Nothingman...
Nothingman...
Isn't it something?
Nothingman...
Nothingman...
Coulda' been something...
Nothingman...Oh...ohh...ohh..."

Nothingman PJ

sexta-feira, novembro 10, 2006

We come from the ocean

A construção do imaginável na claustrofobia da memória puxa-me para perto da janela agora já sem luz, café só, comigo, sem mim, sem pressas, algures no som árabe da fumaça do café já frio.
A variedade dos tons de noite em fim de tarde ainda me confunde, recupero o ar puro apagando-o contra o chão, piso a ponta tentando reconverter o todo.
Aqui sempre aqui, sem lá ou dó, apenas em si, tentaviva introspectiva de voltar a ser, a procura de mim algures ai, sempre neles, o querer confuso do talvez, mais uma tentativa para mudar o disco, preso, muito preso na agulha do tempo que balança sem se soltar.
Preciso de continuar a não precisar, a plenitude do não ser, tentando o não ter, correndo apenas ao lado, para a frente, quebrando em várias, a memória, o passado, recolando-os, tentando construindo o futuro, passando a margem da saudade na pureza do desejo.
Voando de asas bem fechadas tendo o mar como chão, circulando e voltando onde começou, a procura apenas de mais um café frio ainda com luz solar na esperança de ser invadido por uma luz forte que me tente a ser...
Tarde, noite, confusão, distorção, calma da solidão, gestos afáveis, não meus... Distantes, a inocência corrompida, a última imagem distorcida em forma de perfeição, mas sempre presente no passado secular de uma nova vida... Hoje mais um dia, amanhã mais uma noite, sempre no crepúsculo da tarde, a maré cheia, vaga, noite ainda sem lua, tarde já sem sol, eu ainda e sempre aqui... Esperando calmamente a vontade de voltar a casa...

segunda-feira, setembro 18, 2006

Janela semi...

Tento uma janela de infância, na verdade não esquecida, continua imovél às ondas que por ela passaram...
Volto como que por acaso, sem a ter apressado, sabia que voltaria e voltei, acabei de voltar, voltei-a, voltei mesmo ao ponto onde em criança reconhecia estratégicamente o meu reino protegido pelas paredes do meu forte real, voltei...
Parece que a idade também por aqui passou, olho o pinhal agora careca, a familia de corvos que continua impunemente a dominar o meu antigo território, o riacho secou ou pelo menos desapareceu, os campos que já não são cultivados, o que antes me proporcionou a imensidão da soberania ficou reduzido à árida esperança...
Agora estou só, por entre a janela vejo o meu passado, sinto o futuro que recuso, vejo mudanças, acordo frustrações consciente que nada é eterno, acuso a volatilidade dos reinos que criei, a força dos exércitos que comandei, a fraqueza do não te ter... Para o muito se reduzir a nada, vejo através dos destroços do castelo a possível ruina de uma vida e rejeito-a.
Voltei cá hoje, por acaso, todos os pedaços de mim que cá tinha deixado cá continuam, trouxe mais alguns, levei os que queria, admirei o meu reino mágico mais uma vez, até à próxima, sem esperança que se recontrua, sem armas para o levantar, sem soldados para comandar, sem mais magia para descobrir, apenas o mistério do que poderá ser, mas só...
Levanto-me e faço ruir o castelo de cartas...



Algures no século passado

terça-feira, setembro 12, 2006

Do Caralho...

"Vocês são do caralho"
Eddie Vedder Lisboa 4/9/2006

domingo, agosto 20, 2006

Sol Sem Sul

Mato o sol com a lua que não vejo, sinto o sol na pele que não sinto... penso inevitavelmente em ti... olho as paredes amarelas descansando a sombra e penso inevitavelmente em ti...
Procuro numa lua quase cheia o conforto de não te perder, recupero o fôlego em mais uma baforada de um camelo adormecido, absorvo o sol numa lua telescopicamente enevoada, precorro na pele que não sinto o fim da liberdade no vermelho que passa de dentro para fora.
Aqui o sol chora antes de dormir, acorda cedo, violento, toca tudo, sendo... Cedo, só, violento, único, mas sem só. Fito-o a medo, escondo-me e reapareço cobardemente, ele lá está, não foge, não muda...
Estranho a estranha sensação de ainda estranhar, tacteio saltitando a consternação de ainda sentir, pulo até à sombra quente que tem ainda o teu cheiro, perco-me lá tentando encontrar-te, sei que estás, estarás depois de hoje...
Por mim tudo como sempre, memórias que agarram, saudades do futuro que não existe, tempo para não ter tempo, o sul sem norte, a vontade da não vontade, uma imagem agradavél sem definição...
Hoje aqui, volto para ai, não paro de estar ai, prendo-me às origens por muito que elas me afastem, engulo o fôlego para o recupera logo depois, para mim tudo igual, sem pressas, sem vontade. apenas o querer ficar aqui na sombra fumando...
De mim o mesmo... Sempre...




Portugal sul 7/8/2006

segunda-feira, junho 26, 2006

Present Tense

"Do you see the way that tree bends?
Does it inspire?
Leaning out to catch the sun's rays
A lesson to be applied
Are you getting something out of this all-encompassing trip?
You can spend your time alone, re-digesting past regrets, oh
Or you can come to terms and realize
You're the only one who can't forgive yourself, oh
Makes much more sense, to live in the present tense
Have you ideas on how this life ends?
Checked your hands and studied the lines
Have you the belief that the road ahead, ascends off into the light?
Seems that needlessly it's getting harder
To find an approach and a way to live
Are we getting something out of this all-encompassing trip?
You can spend your time alone re-digesting past regrets, oh
Or you can come to terms and realizeYou're the only one who cannot forgive yourself, oh
Makes much more sense, to live in the present tense"
Pearl Jam

sábado, junho 17, 2006

Somos o que nos chamaram.

Depois de meses a vasculhar em bibliotecas empoeiradas e arquivos perdidos no tempo onde não entrava ninguem há anos, ou cinco minutos na wikipedia, cheguei a algumas conclusões sobre o meu nome.
Ricardo tem origem em Reccared, um rei Visigodo que viveu em Espanha, no sul, por lá teve um reino sofreu uma série de conspirações, como convém, basicamente era um tipo obstinado, corajoso e que fazia o que muito bem entendia por muito que os outros, ainda que fossem a maioria, não gostassem, um tipo um bocado autoritário, mas no fundo boa pessoa. Ricardo pode tambem ter origem germânica, juntando os termos "ric" que significa poder, dominio e "hard" que significa duro, forte, podendo ser interpretado como forte comandante.
Susano tem origem em Susanoo, nome de deus japones do mar e das tempestades, irmão da deusa do sol e irmão do deus da lua, parece que o gajo não gostava da irmã, deve-lhe ter feito alguma cena que foi expulso do paraiso, mas depois até ajudou um casal de velhotes e como recompensa casou com a filha deles.
Resumindo Ricardo Susano é um tipo poderoso, duro, forte, carismático, com um feitio um pouco irritadiço, obstinado justo e leal, nem que seja com ele próprio e as sua convicções, fisicamente será uma mistura de alemão com espanhol e uns traços orientais.
Eu Ricardo Susano, acho que isto faz algum sentido, muitas das caracteristicas confirmam-se, agora oriental só se for nos olhos, em mais parte nenhuma do corpo.

domingo, junho 11, 2006

Full Moon...

"It's really too bad they couldn't open the roof in this place cuz there's a fuckin full moon out there that we're missing ... so if someone's out there listening to us in their car, stick your head out the window.. at home, go to the windows. Things happen in a full moon, good things, bad things, things happen."

Eddie Vedder Melbourne 17/3/1995

sábado, junho 10, 2006

...to rise and fix my broken soul again...

Em voo rasante, trémulo, acordo-me ainda sonhado, tento agarra-lo, mas foge, foge sempre, nunca ficou... mante-lo é impossivel, os segundos tratam de me chamar à realidade... acordo finalmente, olho um relógio que não funciona, parou algures... muito antes... parou no exacto momento em que optei por sonhar, parou... Parou-me... Lembrado do que não sou, acordado dentro da sombra, pendulando, parado, quieto à espera que volte. É velho, carrega memórias infantis, decora a parede branca... despojada de metafísica, de tudo quanto é adorno... parede branca, insipida, gélida, impessoal, marcada de morte pela ternura de ponteiros inutéis...
Lá fora nada, só sol, luz, dia... aqui sossega a paz vampirica que me ama, aqui morro ao acordar, durmo sempre mais um bocadinho, ressono só para mim, sonho agarrado às asas que já não rasam, sobem abertas ou caem a pique, tentam por vezes planar, mas acabam inevitávelmente sugadas ao peso da noite, recolhem-se dentro de mim, ajudando a manter-te...
No meio a depressão equatoria lmetódicamente irregular, arrastando quem apenas a quer por uns segundos, sugando quem já ousou experimentar, sem respeito por quem a enfrenta, dominando sentimentos, destinando vidas, parando os corajosos, ditando leis, obrigando regras... obrigando-me cada vez mais a recear a volta, lembrando-me que não há volta, regresso, apenas novidade, o que ela toca suavemente não se recupera, não renasce, ou começa de novo inevitavelmente diferente ou não volta... no fim da depressão, apenas nova excreção esfingica do vértice ondular.
Lá fora em voo rasante a depressão equatorial desaparece...

quinta-feira, maio 25, 2006

Ultima Hora...

FF arrasa com Pearl Jam da tabela do top nacional, o conceituado cantor, conhecido mundialmente pelo seu lirismo único, composições inovadoras e arrojadas e arranjos virtuosos, chega finalmente ao lugar que merece nos tops mundiais(portugal é um mundo).
Depois de duas, duas, repito duas semanas em primeiro lugar os PJ passam agora para sétimo lugar da tabela e ainda bem que eu já estava farto de protagonismo fácil, eles não merecem, para além de que ver o top+ mais outra semana iria levar-me à esquizofrenia completa, é que não há pachorra para ver a Isabel Figueira gorda e ouvir o matraquilho assexuado.
Daqui por alguns dias já ninguem sabe outra vez quem raio são os Pearl Jam e não se volta a falar no regresso do Grunge. O que é optimo, estou cansado de ver o que é sagrado comentado pela plebe.
Seja como for FF tu és grande, 20 Pavilhões atlanticos esgotados para 3 dias de concerto que se prevê serem a loucura para os 700 mil tugas com menos de 13 anos e dois neuronios a funcionar, ok, vá 800 mil e a primeira parte do grande Tony no Olimpia, quem sabe até mesmo um dueto com o mestre.
Fag Fucker tás lá.

sexta-feira, maio 19, 2006

Pergunto-me....?

Hoje quando acordei (sim, eu acordo tarde e sim só tenho 4 canais de tv) Liguei a caixa e num canal dava esse fartote que é o Eurofestival, noutro um telejornal com um especial de 5 horas sobre o mundial e bola em geral, noutro uma bela tourada, nessa coisa que é o campo pequeno, ao que parece agora também é um centro comercial, mais um, UHUH!!!! era tudo o que me fazia falta. O chato é que na dois não estava a dar nada sobre Fátima, mas é segredo o António lá do conselho ainda não sabe, não lhe contem senão a censura dá cabo da 2.
Dormi demasiado e acordei em pleno estado novo? Ou que palhaçada de merda é esta?
P.S. E o fado? Quero um quinto canal só para ver/ouvir fado...Sacanas

quinta-feira, maio 04, 2006

Come Back...

Traço em linha recta horizontal, crio linhas irreais por entre dois pontos erradamente siameses, quase se tocando, ainda que mantendo uma distância secular....contemplam-se imóveis, obrigatóriamente imóveis, sós, parados, à espeara...
Sempre que volto e volto muitas vezes, demasiadas até, repito com ansiedade o gesto de abertura, espero sempre algo que sei não existir, espero que lá esteja, quero, sei que não está, mas continuo a acreditar que está, repito o gesto involuntariamente, continuarei sempre a repetir... Nunca lá estará nada, limito-me a precisar de acreditar que está...
Porque as memórias surgem sempre a preto e branco, revejo-me na distância continua do lá até aqui, da linha que vai oscilando, que persiste em se manter tenuamente fina, rompendo na voracidade da imagem irreal.
Volto e olho, abro e fecho, volto fechando, conquisto por fim o castelo de areia fina acabada de secar, tento acabar o meio, segurar uma das pontas e esperar que a outra se mantenha imovel, soprar com força até que caia em cima da realidade desconecta.
Suplico para ouvir apenas mais uma vez chamar-te tranquilamente. Persistencia da onda sobre o voltar, que regressa, que parte violentamente logo de seguida, que vai e vem, mas que não fica...
Repito a vontade constantemente irreal de te chamar, traço ainda com mais força apenas o passado, sorrindo cristalinamente ao que nunca virá...
E o fim chegou correndo...

terça-feira, maio 02, 2006

Separador...

"I have faced it
A life wasted

I am never going back again

I escaped it
A lifed Wasted

I am never going back again

Having tasted
A life wasted

I am never going back again"


Ed & Stone

sexta-feira, março 31, 2006

terça-feira, março 21, 2006

A Morte...Num Dia Assim...

"A morte saiu à rua num dia assim
Naquele lugar sem nome para qualquer fim
Uma gota rubra sobre a calçada cai
E um rio de sangue de um peito aberto sai
O vento que de nas canas do canavial
E a foice de uma ceifeira de Portugal
E o som da bigorna como um clarim do céu
Vão dizendo em toda a parte que o pintor morreu
Teu sangue, pintor, reclama outra morte igual
Só olho por olho e dente por dente vale
À lei assassina, à morte que te matou
Teu corpo pertence à terra que te abraçou
Aqui te Afirmamos dente por dente assim
Que um dia rira melhor quem rira por fim
Na curva da estrada hà covas feitas no chão
E em todas florirão rosas de uma nação."

A MORTE SAIU À RUA

Zeca Afonso


Mês pintado a negro de morte, aos que ficam a coragem para chorar, aos que partem a memória eterna.

quarta-feira, março 15, 2006

MARIAS...

Volto sempre, continuamente, volto, acabo por não sair... Volto ao espaço claustroficamente branco, por instantes parece que de nunca lá saí, as paredes continuam brancas, as caras mudaram, mas o aperto que provoca continua lá, sempre à minha espera, igual ao que me invade, sempre que passo o verde na descida em direcção aquela que me moldou em tudo, tudo o que sou, que não sou, que quero ser, que desejo não ser...Hoje é um dia estranho, o inicio ou o fim....? Marcado no ano anterior,um ano depois penso nela, não tanto como desejaria, muito mais do que imaginava. Hoje também, não exactamente hoje, no dia de hoje, quarenta e sete anos antes começava a minha vida, num ano acontece tanta coisa, arrependo-me do tempo que não passamos juntos, do que tivemos juntos sempre em conflito, sei que ela me ama, ela sabe que a amo...Hoje estou nostálgico, por tantas coisa...Acaba por ser estranhamente errado,mas hoje estou onde provavelmente não devia estar, mas onde sinto o conforto da solidão entranhada.
O dia está triste, no ano anterior estava claro, alegre, ironicamente alegre, não eu, o dia...Parece que algo me quer impedir de escrever. Paro aprendi a não forçar o que não controlo.
Espero que Elas, onde estiverem estejam bem,espero que me ajudem a ficar bem, sei que vou ficar bem.


AMO-VOS!!!!